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Semana terá ciclone, temporais e talvez até neve; confira onde e quando

 Saiba como ficar as condições do tempo no período de 27 a 31 de maio em todas as regiões do Brasil. O período será agitado, com possibilidade de formação de ciclone extratropical, trazendo chances de temporais e vento forte, conforme a região.


Sul

A segunda-feira (27) na região começa sob influência de instabilidades que ainda provocam chuva em todas as áreas. O tempo segue encoberto e chuvoso no Paraná, Santa Catarina e na maior parte do território do Rio Grande do Sul . A exceção é a região de Uruguaiana e das Missões, onde as condições são apenas para o registro de chuviscos ao longo do dia. 

No restante das áreas gaúchas a chuva ocorre a qualquer momento do dia e com os maiores acumulados concentrados no leste gaúcho incluindo a Região Metropolitana de Porto Alegre

Há um alerta para formação de ciclone extratropical próximo à costa, onde o perigo refere-se a rajadas de ventos intensos no litoral, na casa de 75 km/h, e mar agitado, com ondas acima de 5 metros a partir de terça-feira (28), persistindo até quarta (29).

Devido ao predomínio de ar frio e seco no Centro-Oeste e na faixa norte do país, não há aporte de umidade para que o sistema provoque chuva volumosa.

Nos próximos dias a chuva acumulada na região Sul fica com equipamentos na faixa leste dos três estados, com volume de cerca de 40 mm em 5 dias. Na faixa oeste do Paraná e de Santa Catarina, o acumulado da semana fica em torno de 10 mm.

No oeste do Rio Grande do Sul há o predomínio de tempo seco. Com isso, o frio deve durar uma semana, deixando os pontos mais altos do estado e também de Santa Catarina sob risco de atraso, já que as tarifas podem marcar 0 °C.

Há possibilidade de neve entre terça e quarta-feira na Serra Catarinense.

Sudeste

O tempo fica encoberto e chuvoso no início da semana no extremo sudeste de São Paulo. No restante do estado, assim como no Rio de Janeiro, na Serra da Mantiqueira e em Além Paraíba (MG), o sol aparece entre muitas nuvens. Mas nessas áreas há condições para ocorrência de chuva a qualquer hora, alternando entre períodos de melhoria no decorrer de todo o dia.

No Triângulo Mineiro e no sul e leste do Espírito Santo, há previsão de sol e de chuva fraca e isolada, devido à variação de nuvens. Nas demais áreas do interior capixaba, na Região Metropolitana de Belo Horizonte e em todo o centro-norte e centro-oeste mineiro, o tempo segue firme.

A atenção fica para a aproximação de um ciclone extratropical na quarta-feira, que deixa a faixa leste da região sob alerta de ventos acima de 70 km/he mar agitado. O sistema deve provocar temporariamente um volume de chuva em torno de 50 mm em São Paulo, sul de Minas, Rio de Janeiro e Espírito Santo, ou que deve afetar, principalmente, os trabalhos de campo relacionados à colheita de café.

Centro-Oeste

A segunda-feira traz chuva fraca e isolada no extremo sudeste de Mato Grosso, no sul e sudoeste de Goiás e no extremo norte e nordeste de Mato Grosso do Sul. Muita nebulosidade nas áreas de fronteira com a Bolívia, mas pode chover somente em Corumbá (MS) no decorrer da manhã.

Em Campo Grande (MS) e em muitas áreas do centro-leste de Mato Grosso do Sul, chove a qualquer momento do dia, alternando entre períodos de melhoria.

Nas demais áreas do Centro-Oeste, incluindo o Distrito Federal, o sol predomina, sem previsão de chuva.

Nos próximos cinco dias, só deve chover na posição centro-sul de Mato Grosso do Sul e sul de Goiás, onde o acumulado deve ficar na casa de 30 mm, aliviando um pouso a situação de estresse hídrico das produtividades de milho na segunda safra.

Nas demais regiões, o tempo segue firme com a temperatura se elevando durante uma semana, com a máxima chegando a 35 ºC/36 ºC em Sinop (MT).

Os produtores devem ter cautela ao realizar o manejo com fogo nesta semana, pois o ambiente quente e seco favorece o avanço das chamas e a situação pode fugir do controle.

nordeste

Nos próximos, dias chove a qualquer momento do dia no centro-leste de Alagoas, leste de Pernambuco e na Paraíba. O destaque fica para o litoral pernambucano, onde as condições são de temporais com forte intensidade e tempo mais encoberto.

Pancadas de chuva estão previstas para o centro-norte e leste do Rio Grande do Norte, norte do Ceará e do Piauí e também nas áreas centrais do Maranhão. No litoral desse estado, inclusive, a Zona de Convergência Intertropical ainda favorece a ocorrência de chuvas intermitentes.

O tempo permanece firme no sul do Maranhão, centro-sul do Piauí, sul do Ceará, oeste de Pernambuco e na maior parte da Bahia. Chove de forma isolada e passageira no litoral sul baiano, incluindo Ilhéus, nas áreas da Bahia na divisa com Sergipe, e nas demais áreas da região.

O acúmulo de chuva em cinco dias deve chegar a 40/50 mm no norte do Maranhão, Piauí, Ceará e Rio Grande do Norte. Na faixa leste da Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia, o volume fica na casa de 20 mm, o que agrava a situação dos rendimentos de milho da segunda safra nas áreas do interior, que no momento estão entrando na fase de enchimento de grãos (exigindo alta demanda hídrica) e o solo já se encontra mais ressecado, devido às altas temperaturas que devem continuar na casa de 34 °C a 35 ºC nos próximos dias.

Norte

A semana começa com chuva a qualquer hora do dia, podendo se tornar temporal, no oeste do Acre; no sudoeste, centro-oeste e noroeste do Amazonas; e no litoral do Amapá e do Pará.

Tempo firme deve ser registrado no centro-leste do Acre, sul e sudeste do Amazonas, sul do Pará e no Tocantins. Nas demais áreas, pancadas de chuva típicas da região deverão surgir a partir da tarde.

Nos próximos cinco dias, a chuva se concentrará na faixa norte do Amazonas, Roraima, norte do Pará e Amapá, com volume de cerca de 100 mm, prejudicando os trabalhos em campo, devido à saturação do solo pelo excesso de umidade.

As operações de campo serão favorecidas no Acre, Rondônia, sul do Amazonas, centro-sul do Pará e Tocantins, onde uma semana deve ser de tempo firme.

No Tocantins, o calor combinado com a ausência de chuva mais volumoso vem preocupando o produtor que investiu no milho segunda safra. Além de já terem sofrido com o estresse térmico e hídrico nas atividades, não há previsão de voltar a chover de forma significativa nos próximos dez dias na região.

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